Netanyahu considera que acordo com terroristas do Hamas para libertar reféns é 'decisão correta'

Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, se pronuncia a favor da libertação dos reféns durante encontro do Gabinete de Guerra, 21 de novembro de 2023 | REUTERS

Acordo provisório teria como base a libertação de entre '50 e 100' reféns em troca de 300 palestinos presos em Israel e cessar-fogo

O Primeiro-Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou nesta terça-feira (21), diante dos membros de seu governo, que aceitar um acordo para a libertação dos reféns sequestrados pelos terroristas do Hamas no ataque de 7 de outubro é "uma decisão complicada, mas é uma decisão correta".

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, contribuiu para "melhorar o marco apresentado a vocês [...] para incluir mais reféns a um custo menor", declarou Netanyahu em uma reunião de seu gabinete de ministros dedicada ao acordo. "Todo o aparato de segurança o apoia plenamente", acrescentou.

As famílias dos reféns pressionam cada vez mais o governo de Israel para que aceite algum acordo que leve à libertação dos sequestrados pelos terroristas do Hamas.

Duas fontes com conhecimento das negociações explicaram à AFP que o acordo provisório teria como base a libertação de entre "50 e 100" reféns em troca de 300 palestinos presos em Israel, entre eles mulheres e crianças.

A troca aconteceria a um ritmo diário de "10" reféns israelenses por "30" prisioneiros palestinos e também incluiria a entrada de comida, assistência médica e combustível para Gaza, além de uma "trégua humanitária de cinco dias".

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