No mês passado, a Casa Branca anunciou que Trump foi diagnosticado com insuficiência venosa crônica, um problema de circulação sanguínea
O vice-presidente JD Vance afirmou estar preparado para assumir o comando do país caso, "Deus me livre", algo "terrível" aconteça ao Presidente Donald Trump, segundo informou o jornal USA Today.
"Sim, coisas sempre podem acontecer", disse Vance ao USA Today, ao ser questionado se estaria pronto para assumir caso algo ocorresse com Trump, que já sobreviveu a duas tentativas de assassinato.
"Sim, tragédias terríveis acontecem", acrescentou. "E se, Deus me livre, houver uma tragédia terrível, não consigo imaginar um treinamento melhor no cargo do que o que tive nos últimos 200 dias."
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Vice-presidente JD Vance lidera oração pelas vítimas do tiroteio em massa na Igreja Católica Annunciation, durante evento em La Crosse, Wisconsin, em 28 de agosto de 2025 | AP |
Ainda assim, Vance enfatizou: "Estou muito confiante de que o Presidente dos Estados Unidos está em boa forma, vai cumprir o restante de seu mandato e fará grandes coisas pelo povo americano."
Trump, de 79 anos, é a pessoa mais velha já empossada como Presidente. Já Vance é o terceiro vice-presidente mais jovem da história dos EUA — mas fez questão de ressaltar que Trump continua plenamente apto para o cargo.
"Ele tem uma energia incrível e, embora a maioria das pessoas que trabalha ao redor do Presidente dos Estados Unidos seja mais jovem do que ele, acreditamos que, na verdade, ele é o último a ir dormir, o último a fazer ligações à noite, e o primeiro a acordar e a fazer ligações pela manhã", disse Vance.
No mês passado, a Casa Branca anunciou que Trump foi diagnosticado com insuficiência venosa crônica, um problema de circulação sanguínea, após ser observada uma leve inflamação em suas pernas.
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Presidente Trump exibe hematoma na mão direita durante encontro com presidente sul-coreano Lee Jae Myung no Salão Oval, em 25 de agosto de 2025 (AFP/Getty Images) |
A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, fez a revelação surpresa ao responder questionamentos sobre hematomas recentemente vistos nas mãos de Trump — que o médico presidencial atribuiu a uma "irritação leve de tecidos moles" provocada por apertos de mão frequentes e pelo uso de aspirina.
Em um memorando, o médico presidencial relatou que o Presidente foi submetido a vários exames que descartaram problemas cardíacos e de coagulação sanguínea.
"É importante destacar que não houve evidência de trombose venosa profunda nem de doença arterial", disse Leavitt a jornalistas. "Também não foram identificados sinais de insuficiência cardíaca, comprometimento renal ou enfermidade sistêmica."
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